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As moscas são encontradas por toda parte, sendo a quarta maior incidência de insetos, com 110.000 espécies.
Dispersam se ao acaso, de preferencia para os locais de maior atratividade devido aos odores levados pelo vento.
Na área urbana, as mais importantes são MUSCA DOMESTICA e FANNIA SP
Seus hábitos procriam em material orgânico em decomposição, principalmente no lixo. Alimentam se de fezes. Pousam em todos os locais, contaminando utensílios e alimentos.
Seus hábitos voam aleatoriamente do nascedouro para os alimentos, carregando patógenos, podendo transmitir várias doenças. Também podem transmitir vermes intestinais.
Para exterminar os cupins necessita-se primeiro estabelecer quais as táticas a serem utilizadas, os tipos de cupins a serem combatidos, os locais onde os tratamentos em ser feitos, a extensão de cada tratamento, e a forma de execução (produtos a serem utilizados, métodos de aplicação etc.).
No Brasil existem basicamente três espécies de cupins que são consideradas pragas urbanas:
Cupins de madeira seca: cujas colônias localizam-se inteiramente dentro da madeira.
Cupins subterrâneos: cujos ninhos são ocultos no solo ou dentro de cavidades e chegam até as madeiras através de túneis.
Cupins arborícolas: que constroem seus ninhos em arvores, mas podem ser encontrados em telhados e forros de gesso.
Sendo assim para cada espécie existe uma tática diferente de combate, por isso a necessidade de empresas especializadas para esse fim.

Chiroptera é formada por mais de 1.200 espécies, o que faz com que os morcegos sejam uma das maiores ordens de mamíferos.
Os quirópteros se dividem em duas subordens: megamorcegos e micromorcegos.
Os megamorcegos – São conhecidos como raposas-voadoras – eles possuem uma visão extraordinária e se alimentam de várias frutas e néctar.
Os micromorcegos têm como principal característica a eco localização e um apetite por insetos e sangue.
Uma grande colônia de morcegos, não é necessário investir em pesticidas nocivos para a agricultura. Isso porque um único morcego come mais de 600 insetos por hora – o que faz desse animal uma excelente alternativa orgânica no controle de pestes. Com a ajuda deles, a agricultura economiza bilhões de reais.
Esse recurso se encontra ameaçado. Os cientistas buscam entender como será no futuro desses animais na América do Norte na próxima década, já que eles estão sofrendo com a perda de hábitat e com doenças.
Algumas espécies de morcegos se alimentam de sangue, mas, essas criaturas não chupam o sangue dos animais, eles usam seus dentes afiados para fazer um pequeno corte na pele do animal.
Apenas duas colheres de sopa são uma dose diária suficiente para o morcego e uma quantidade que não causa nenhum prejuízo à vítima. Ainda, a saliva dessas espécies é composta por uma substância anestésica que impede que o animal sinta o corte.
De ponta cabeça!! Isso mesmo...Essa posição é fundamental para que os morcegos conservem energia. Isso tudo porque o sistema circulatório desses animais é bastante diferente do nosso.

Os morcegos passaram por adaptações que garantem que o sangue seja bombeado para as extremidades e distribuído igualmente em todo o seu corpo quando ele está de ponta-cabeça.