Quarta, 10 Junho 2020 15:09

Pulgas

 

 

As pulgas são insetos pequenos (1 a 8,5 mm de comprimento), desprovidos de asas, e vivem como parasitas externos de animais domésticos e silvestres e do próprio homem, alimentando-se de sangue.

Algumas espécies apresentam especificidade de espécie hospedeiro, outras embora apresentando hospedeiros preferenciais, podem sugar outros animais, daí sua importância na transmissão de doenças. As espécies de maior importância são:

 

  • Pulex irritans e a que mais frequentemente ataca o homem, embora também possa se alimentar de outros hospedeiros.
  • Xenopsylla cheopis e a pulga dos ratos domésticos, e e a principal transmissora da peste bubônica e do tifo murinho ao homem. Foi introduzida em todos os países do mundo com o rato preto (Rattus rattus) e ratazana (Rattus norvegicus) em navios mercantes, particularmente na segunda metade do século XIX.
  • Ctenocephalides sp São parasitas preferenciais do cão e do gato.
  • Tunga penetrans vulgarmente conhecida como bicho-de-pé. Geralmente ocorre em solos arenosos. Os principais hospedeiros são porcos, homem, cão e gato. No homem, prefere penetrar principalmente na sola plantar, calcanhar, canto dos dedos, etc.

 

Em geral as pulgas se movimentam bastante e suas patas posteriores estão adaptadas para saltarem de 17 a 20cm verticalmente e 35 a 40 cm horizontalmente (menos a espécie Tunga penetrans)

 

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Quinta, 14 Mai 2020 17:32

Controle de insetos

 

A elevada importância das doenças transmitidas por insetos vetores no Brasil, tais como dengue e malária, aponta para a relevância de estudar os métodos de controle desses vetores, tanto nos aspectos técnicos como teóricos. Hoje, são usados ou estudados diferentes métodos alternativos ao controle químico como, por exemplo, os controles ambiental, biológico, genético e mecânico. Ao mesmo tempo, parece ser consenso que a melhor estratégia de controle de vetores é a do manejo ou controle integrado de vetores (CIV), que objetiva a utilização racional, integrada e sinérgica das diferentes técnicas dos diferentes métodos de controle.

 

Controle integrado de vetores

 

Dessa forma, para a construção de um eficaz projeto de CIV é pertinente ter, além de um adequado conhecimento das características bioecológicas e comportamentais das espécies alvo, uma boa compreensão das técnicas e métodos de controle com suas características, possibilidades, vantagens, desvantagens e limitações. A utilização das diferentes técnicas (inseticidas, armadilhas, insetos estéreis, mosquiteiros, feromônios ou leis) deve ser claramente entendida e orientada por um escopo teórico estável e coerente das ações de controle, para que essas técnicas sejam usadas de forma harmônica e sinérgica.

No entanto, existem diferentes classificações dos métodos de controle de vetores na literatura. Nosso objetivo é fazer uma análise crítica das diferentes classificações dos métodos de controle para insetos vetores conhecidas e avaliar a existência de uma coerência e estabilidade capaz de orientar a elaboração de projetos de CIV.

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